Empresários do transporte são alvo de operação da PF e CGU em Manaus
Operação da PF e CGU mira empresários do transporte em condomínio de luxo na Ponta Negra
Agentes cumpriram mandados de busca em diferentes endereços de Manaus; até o momento, autoridades não divulgaram oficialmente os investigados nem os crimes apurados
MANAUS (AM) – Uma operação da Polícia Federal (PF), com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), mobilizou equipes na manhã desta quinta-feira (9) em diversos pontos de Manaus. Entre os locais alvo das diligências está um condomínio residencial de alto padrão localizado no bairro Ponta Negra, na zona Oeste da capital.
Segundo informações divulgadas, empresários ligados ao setor de transporte estariam entre os principais alvos da ação, que inclui o cumprimento de mandados de busca e apreensão em diferentes endereços da cidade.
Além do condomínio na Ponta Negra, equipes da Polícia Federal também realizaram diligências em um imóvel no bairro Adrianópolis. Conforme as informações disponíveis, uma oficina mecânica que mantém ônibus e ambulâncias em seu pátio também foi alvo da operação.
Durante o cumprimento de um dos mandados, agentes apreenderam dinheiro em espécie, além de veículos de luxo, joias e relógios de alto valor. De acordo com as informações divulgadas, apenas os relógios encontrados estariam avaliados em mais de R$ 300 mil.
Operação segue em andamento
A ação ocorreu simultaneamente em diferentes bairros de Manaus e chamou a atenção de moradores pela intensa movimentação de viaturas e agentes federais nas primeiras horas do dia.
Até a publicação desta reportagem, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União ainda não haviam divulgado nota oficial informando o número de mandados cumpridos, a identidade dos investigados, o montante dos bens apreendidos ou quais crimes são objeto da investigação.
A expectativa é que novas informações sejam divulgadas pelas autoridades ao longo do dia, à medida que a operação avance. A matéria será atualizada assim que houver manifestação oficial da Polícia Federal ou da CGU.
