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Setor de beleza cresce com exigência por pureza

Diante do complexo cenário da economia global, os hábitos do consumidor vêm mudando gradativamente. Categorias como eletrônicos e entretenimento deixam de ser uma prioridade de compras em 2026, enquanto crescem os segmentos de saúde e beleza e de alimentos. Dados do relatório Consumer Outlook 2026 da Nielsen apontam que as tendências de consumo neste ano são movidas pela cautela, diante de um contexto de instabilidades econômicas e geopolíticas mundiais.

O consumidor também apresenta um comportamento construtivo, pautado por escolhas mais autônomas. Essa é a diretriz apontada pela Nielsen para 2026, que tem orientado tanto o setor varejista quanto as indústrias em áreas que devem se consolidar como preferência de consumo. Os setores de saúde e beleza e de alimentos mantêm-se na linha de frente das perspectivas de consumos das famílias em diferentes mercados avaliados.

No Brasil, o setor de beleza deve movimentar mais de US$ 40 bilhões até 2027, mantendo sua trajetória de crescimento, confirmando a projeção de alta apontada pela Nielsen. Mesmo nesse setor, o consumidor se torna mais exigente, com uma jornada de compra cada vez mais criteriosa. De acordo com a pesquisa Global Health & Beauty Pulse 2025 da Criteo, a média de tempo entre a primeira busca por um produto e a data de compra é de 18 dias, podendo chegar a 49 entre os consumidores "mais lentos". Um dos critérios analisados profundamente nesse período é a composição dos produtos, com 35% dos consumidores priorizando ativos naturais e ingredientes eco-friendly.

No mercado brasileiro, essa busca por naturalidade comprovada tem impulsionado marcas que conseguem apresentar certificações reconhecidas e validações técnicas de seus produtos. Entre as empresas que suprem essa demanda está a Copra, marca alagoana que atua nos segmentos de alimentos, saúde e beleza. Especialista em produtos derivados do beneficiamento do coco seco, a companhia construiu sua trajetória com foco na pureza e na qualidade comprovada de seus produtos. "Sustentabilidade é a nossa palavra de ordem", diz Hélcio Oliveira, CEO da empresa que possui o selo FSSC 22000 (Food Safety System Certification) – um raro reconhecimento internacional relacionado à segurança alimentar.

A Copra obteve o selo "Testado e Aprovado" da Proteste para seu óleo de coco extravirgem, após análise que seguiu os critérios estabelecidos pela Anvisa. Segundo o CEO da companhia, a atenção à composição dos produtos tem se tornado um diferencial competitivo diante de um consumidor mais atento. Para Oliveira, "a certificação funciona como uma camada adicional de validação para quem busca itens de origem natural".

Outro certificado obtido pela marca é que seu óleo de coco tem aprovação da Anvisa para uso dermatológico e ginecológico, um atestado importante, que deve ser consultado pelos consumidores antes da escolha de um produto. "Quando obtivemos a aprovação da Anvisa para esses usos, não foi apenas uma conquista comercial, foi a validação de anos de comprometimento com processos que preservam a integridade do produto. Essa certificação significa que nosso óleo pode ser usado nas aplicações mais delicadas, onde a pureza não é negociável", explica Hélcio.

No setor de saúde e beleza, o óleo de coco é tratado como um elemento multifuncional, uma característica que dialoga diretamente com o perfil do consumidor identificado pela Nielsen: cauteloso, mas não necessariamente disposto a abrir mão de qualidade. "Com nosso óleo de coco, o consumidor pode resolver, em uma única compra, o que normalmente exigiria vários produtos. É um substituto 100% natural que funciona como hidratante corporal, demaquilante, tratamento capilar e diversos outros usos", reforça o CEO.